Degustando o verbo

Cultura FM DF: rádio pública está sucateada e engessada

 

Vamos evitar que isso aconteça (imagem do site Rock Brasília)

Quem me lê, sabe muito bem que na última Eleição votei no Agnelo Queiroz (PT-DF) para governador. OH sim, eu realmente apostei minhas fichas nele por um governo mais transparente e realmente eficaz. Sem remendos, sabe como é!? Nada de operações “tapa buracos” que daqui a próxima chuva se abre de novo. Quero construções sólidas, no sentido literal e figurado dessa palavra.

Em especial, hoje venho revindicar sobre a Cultura. É a cultura, sua secretaria de cultura e suas últimas intervenções. O ano nem bem começou e na minha opinião ela já fez “caca”.  Ou melhor dizendo, ele, o excelentíssimo senhor secretário de Cultura, Hamilton Pereira, ou vulgo poeta Pedro Tierra.

Vou falar do que sei, por fontes seguras e confidenciais, que a Rádio Cultura – rádio pública do Distrito Federal que possui programação voltada para a cidade e qualidade musical e de programação não vistas nas rádios comercias que encontramos por aqui – está engessada.

A primeira atitude do nosso secretário foi mandar embora todos os comissionados e cargos de confiança da rádio. Desnomear Marcos Pinheiro do cargo de diretor (provavelmente porque ele foi nomeado no Governo Arruda). Agora estamos lá, com a programação engessada. O programa Revista 100,9 – o de segunda melhor audiência, ficando atrás apenas do Cult22, nem vai ao ar. Foi para o limbo e olha, ele faz falta nas sextas-feiras ao fim da tarde.

E aí, qual providência? Há muito tempo a rádio está sucateada. Equipamentos antigos, dando defeito e não cumprindo com o acompanhamento da tecnologia já desenvolvida. Brasília merece a Rádio Cultura. E merece que ela funcione corretamente.

Peço que me ajudem a levar esta mensagem ao senhor governador Agnelo Queiroz e ao senhor secretário de Cultura, Hamilton Pereira. Retuitem o texto. Mencionem ambas autoridades, vamos fazer um burburinho. Quem sabe assim, as coisas voltam a funcionar por aqui.

Já está na hora desse povo trabalhar. E trabalhar com gás.  E pra mim, a Rádio Cultura não funcionar É FORMA DE CENSURA À CULTURA LOCAL.

PESSOAS, LEIAM O COMENTÁRIO DE JULIANA MEDEIROS, FUNCIONÁRIA EFETIVA DA RÁDIO:

É por aí mesmo Jessica. Alias, e’ pior. O Marcos Pinheiro foi nomeado no Gov Arruda mas nao porque tivesse alguma relaçao com ele, ao contrario, no noticiário sempre tivemos a liberdade de fazer as criticas necessárias durante seu governo. O Marcos foi sim o resultado da exigência e protesto do movimento da cultura que nao queria mais que a rádio ficasse como no periodo do Roriz (um lixo). A indicação do Marcos foi uma das poucas em que o motivo era o reconhecimento por um trabalho bem feito. Tanto é assim que tivemos autonomia durante sua direção mas fomos ignorados pelo governo. O sucateamento vem dai, nao era interessante p/o Arruda melhorar a transmissão de uma rádio que, por exemplo, dava espaço p/que as pessoas se manifestassem contra o próprio governo em reportagens que realizávamos cobrando as ações, servindo como instrumento legítimo de comunicação publica. Eu sou do quadro e estou la assistindo o que parece ser uma guerra política injusta. Também votei no Agnello e tambem esperava que agora finalmente, tivéssemos a estrutura mínima p/trabalhar mas o que fizeram foi obrigar a 3 comissionados a dobrarem a carga horária de trabalho p/fazer o que os outros 10 faziam. Como jornalista, jamais encontrei um chefe em veículo de comunicação que nos desse o espaço de produção jornalística que foi dado pelo Marcos. E em todo meu tempo de servidora publica, mesmo tendo trabalhado c/muitos muito bons, o Marcos foi de longe o mais eficiente porque fazia o mínimo virar o maximo com um jogo de cintura e uma vontade de realizar raríssimos de se ver. Pouca gente sabe mas boa parte da programação era feita por parcerias que o Marcos conseguiu p/preencher a lacuna da ausência de uma equipe minima de trabalho. Essas mesmas parcerias pagavam muitas vezes pelo trabalho de operadores técnicos (nem todos comissionados) e ate compravam pecas p/equipamentos. A produção na comunicação nao é como uma repartição pública qualquer, fico imaginando o impacto da mudança na linha editorial. Viraremos uma radio chapa branca da esquerda? Espero que nao porque ficaria envergonhada do meu voto. Estou muito chateada c/o descaso aos meus colegas de trabalho que contribuíram muito p/ficarem desempregados e hoje estarmos ouvindo a rádio com uma Producao meia-boca, improvisada, com musica tocando na maior parte do tempo e sendo feita por gente que esta tentando fazer o impossível. De fato, para começo de governo, ja decepcionou um bocado.

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22 comentários em “Cultura FM DF: rádio pública está sucateada e engessada

  1. É por aí mesmo Jessica. Alias, e’ pior. O Marcos Pinheiro foi nomeado no Gov Arruda mas nao porque tivesse alguma relaçao com ele, ao contrario, no noticiário sempre tivemos a liberdade de fazer as criticas necessárias durante seu governo. O Marcos foi sim o resultado da exigência e protesto do movimento da cultura que nao queria mais que a rádio ficasse como no periodo do Roriz (um lixo). A indicação do Marcos foi uma das poucas em que o motivo era o reconhecimento por um trabalho bem feito. Tanto é assim que tivemos autonomia durante sua direção mas fomos ignorados pelo governo. O sucateamento vem dai, nao era interessante p/o Arruda melhorar a transmissão de uma rádio que, por exemplo, dava espaço p/que as pessoas se manifestassem contra o próprio governo em reportagens que realizávamos cobrando as ações, servindo como instrumento legítimo de comunicação publica. Eu sou do quadro e estou la assistindo o que parece ser uma guerra política injusta. Também votei no Agnello e tambem esperava que agora finalmente, tivéssemos a estrutura mínima p/trabalhar mas o que fizeram foi obrigar a 3 comissionados a dobrarem a carga horária de trabalho p/fazer o que os outros 10 faziam. Como jornalista, jamais encontrei um chefe em veículo de comunicação que nos desse o espaço de produção jornalística que foi dado pelo Marcos. E em todo meu tempo de servidora publica, mesmo tendo trabalhado c/muitos muito bons, o Marcos foi de longe o mais eficiente porque fazia o mínimo virar o maximo com um jogo de cintura e uma vontade de realizar raríssimos de se ver. Pouca gente sabe mas boa parte da programação era feita por parcerias que o Marcos conseguiu p/preencher a lacuna da ausência de uma equipe minima de trabalho. Essas mesmas parcerias pagavam muitas vezes pelo trabalho de operadores técnicos (nem todos comissionados) e ate compravam pecas p/equipamentos. A produção na comunicação nao é como uma repartição pública qualquer, fico imaginando o impacto da mudança na linha editorial. Viraremos uma radio chapa branca da esquerda? Espero que nao porque ficaria envergonhada do meu voto. Estou muito chateada c/o descaso aos meus colegas de trabalho que contribuíram muito p/ficarem desempregados e hoje estarmos ouvindo a rádio com uma Producao meia-boca, improvisada, com musica tocando na maior parte do tempo e sendo feita por gente que esta tentando fazer o impossível. De fato, para começo de governo, ja decepcionou um bocado.

    1. Juliana,
      Não sei se você sabe, mas eu fui diretor da Rádio Cultura no governo Cristovam. Tudo o que fizemos foi destruído pelos governos Roriz-Arruda-Rosso. É preciso esperar que Hamilton Pereira encontre solução para a herança maldita que recebeu: a secretaria da cultura destruída, literalmente. O Marcos Pinheiro sabe muito bem que as coisas não são fáceis e não serão resolvidas em uma semana, ou duas.
      Por favor, confie no governo que vôcê elegeu. Vamos olhar pra frente positivamente.

      1. Romário, eu sei e conheço vc há alguns anos, assim como a própria história de altos e baixos da Rádio. Mas concordo c/a Jéssica. O problema é que nós – da esquerda – trabalhamos mal c/a crítica e isso é um enorme equívoco porque nos engessa na hora de avançarmos. Sei que o Gov inclusive tem problemas mais graves em outras áreas no momento, mas é importante que a rádio, como único veículo de comunicação que o GDF possui, mantenha-se em funcionamento até p/cumprir seu papel jornalístico de comunicar as ações de governo (inclusive). A Rádio não é minha, sua, nem do Marcos, a rádio é pública, é de todos. Mas do jeito que está, ficamos em uma situação muito pior que antes. Praticamente inoperantes. É isso.

  2. Sou jornalista, músico e poeta e gostaria de manifestar meu apoio pela melhoria da rádio cultura. Esta rádio pode divulgar o que há de melhor em Brasília, em termos de cultura, jornalismo e etc, se não estiver sucateada e tendo bons profissionais. Não vi “in loco” a situação da rádio cultura nem sei o seu cast de profissionais mas, sei que Juliana Medeiros é séria em suas posições como também, sei da atuação do Governador Agnelo e do Sr. Pedro Tierra. Portanto, peço uma conjugação de ações em pról da rádio cultura e não distenção. Unidos, a rádio será uma potencia, esfacelados, uma descrença. Enfim… Aprofundem a discussão mas, tenham em mente sempre a união em pról da realização de ações infinitas. Anand Rao

    1. É isso mesmo Anand Rao. Eu confio no Hamilton e sei da sua competência e compromisso com o público. Muito diferente do que fizeram Roriz-Arruda-Rosso. Calma pessoal, o governo não tem nem um mês.

  3. Também sou do quadro da Secretaria de Cultura.

    Concordo que a Rádio é mesmo um instrumento de comunicação que deve ser valorizado.

    Mas, convenhamos, a emissora está no limbo faz tempo.

    E melhorar não significa olhar para trás.

    Devemos olhar pra frente.

    Eu acredito que o governo Agnelo vai mesmo fazer algo muito bom e que há muito tempo não se vê na Rádio.

    Uma emissora que estava muito mais voltada para interesses outros que aos dela mesmo.

    Acredito em novos gestores. Novos comandos.

    E torço para que isso venha com mais qualidade de programação e técnica.

    Acredito na Secretaria de Cultura e nos meios que ela vai usar para colocar a CULTURA FM 100,9 nos trilhos.

    É isso.

    CLAUDÊMIO

    1. Grande Claudemia, você sabe o que fala. Trabalhamos juntos no governo Cristovam. Precisamos de calma e reconhecer nossa inércia nos governos Roriz-Arruda-Rosso e olhar pra frente. Hamilton é um grande secretário, sensível e competente.

      1. Fala, Romário! Só não pode me transformas em “menina.”
        Mas eu acredito no novo governo e no secretário Hamilton. E espero melhor valorização dos funcionários efetivos da Cultura. Nós somos capazes de tocar a emissora com tranquilidade.

  4. Quero deixar claro que isto aqui não é nenhum ataque ao governo, até porque eu elegi cada um deles. Votei e fiz campanha pelo Agnelo porque aposto minhas fichas nele e na equipe que ele escolher. E por isso, me considero habilitada para cobrar deles as melhorias que vejo ser necessárias, não somente em relação à rádio Cultura. Mas, pontualmente, neste momento o que vejo é um descaso com a rádio. Toda virada de governo é do mesmo jeito. Por que não se faz concurso público para prover as necessidades da rádio? Mas eles sempre entram dizendo: “vou acabar com os comissionados, a máquina” e mandou os escolhidos do outro governo embora e coloca os seus no lugar. Nada muda. O que fica prejudicado é o projeto, a sequência. Por que mandar essa gente embora se a previsão de novas contratações é só para abril? Falhou o governo. Falhamos nós por deixar isso acontecer. Espero que nosso secretário seja eficiente e adiante logo a solução desse problema.

    1. Em geral, concursos públicos p/a carreira de jornalismo são raros porque os gestores acreditam que esse trabalho deve ser feito apenas por “aliados”. Esse, a meu ver, é um equívoco do ponto de vista da administração pública. Se isso fosse verdade, conceitualmente, não teríamos tantos jornalistas trabalhando em veículos de imprensa onde não se pode “falar” nesse ou naquele assunto e onde eles acatam isso apenas p/manter seus empregos.

    2. Jéssica,

      Você diz que o seu comentário não é um ataque ao governo. É óbvio que é, com todas as letras. Você disse do novo secretário de Cultura: “O ano nem bem começou e na minha opinião ela já fez “caca”.

      Que coisa engraçada. O governo Agnelo nem completou um mês e vocês já estão mandando bala!

      Vai me dizer que é uma jornalista “neutra”, que não acredita mais em direita nem esquerda. Por favor, não me venha com essa.

      A única coisa que precisamos no momento é de muita calma, cabeça fria, ideias razoáveis. Rorizismos e arrudismos ou neutralismos não contribuem para botar ordem na casa.

      Sinceramente,

      ACQ

    3. Você está atacando sim o governo antes mesmo dele nascer. Deveria ser tão cáustica no governo Arruda/Rosso que destruiram tudo o que tinha sido construido no governo Cristovam.

      1. Romário e Antônio Carlos, entendo o ponto de vista de vocês, portanto permiti os comentários de ambos. E longe de ser arrudista ou rorizista. Eu não sou neutra, sou esquerda, sempre fui e continuarei sendo até que a própria me prove que não é nada do que eu imagino. Estou expressando a minha indignação diante da situação. E quero que me provem que estou errada. Demitir os funcionários sem ter outros para colocar no lugar é “caca” sim. Vocês ao menos tem ouvido a rádio? Acredito que não. Talvez também não tenham conhecimento real da situação. Só desejo que o nosso senhor secretário faça o melhor, e acho que ele começou mal. É meu ponto de vista. O problema da esquerda é esse não aceita críticas, nem mesmo auto-críticas. Abraços!

    1. Incrível! Agora iremos atacar à nós mesmos? É isso? Concordo c/a Jéssica. E não é somente nessa questão da rádio, há outras áreas em que ficou claro que setores do Gov de transição receberam os relatórios, fizeram análises mas esqueceram de compor um planejamento mínimo p/execução. Como todos vcs estou esperando as mudanças e ajustes e dizendo que podem contar comigo p/o que for preciso! Portanto, não estamos na posição de meros observadores do processo. Mas a Jéssica, c/esse texto, cumpre um papel fundamental e se por um lado o Romário e o ACQ dizem que é pouco tempo p/cobranças, é muito pouca pressão p/reações tão exacerbadas. Se o trabalho acabou de começar, o jogo de cintura exigido p/isso já está dando mostras de que não vai dar conta do recado…

  5. Jéssica, eu acho que se deve cobrar mesmo. Mas a Rádio não era as mil maravilhas que parecia. De fora, sem viver o dia-a-dia, poderia se ter essa impressão. Mudanças são necessárias. E eu estou à espera delas.

    1. Claudemio, eu nunca disse que a rádio era as mil maravilhas. Pelo contrário, conheço de perto a realidade da Rádio Cultura e sei do que estou falando. Uma rádio que nunca tem apoio do governo para funcionar de verdade. A qualidade de transmissão é péssima e sei da realidade dos equipamentos. Mudanças são sim necessárias. Estamos todos esperando por elas. Só acho que a falha foi começar pela troca de pessoal (troca sem troco, já que ninguém foi colocado no lugar para substituí-lo).

  6. Fala, Romário! Só não pode me transformas em “menina.” Rsrs. Eu acredito no novo governo e no secretário Hamilton. E espero melhor valorização dos funcionários efetivos da Cultura. Nós somos capazes de tocar a emissora com tranquilidade.

  7. A (in)decisão do governo do Distrito Federal com a Rádio Cultura não é de hoje. E com Agnelo Queiroz, que confesso nem tenho nada contra ele, embora não tenha absolutamente nada a favor, faltou um planejamento. Essa história de dizer que faz poucos dias que o homem assumiu… Convenhamos. Se houvesse um planejamento, no dia seguinte à posse, algumas atitudes já deveriam ter sido tomadas. Bom é assim em qualquer democracia. Quando dei meu apoio a essa discussão é para dizer que independentemente de nomes, é inconcebível “tocar” uma rádio com meia dúzia (ou menos) de abnegados servidores. Recomendo menos proselitismo e mais ação. Agnelo Queiroz e seu secretário de Cultura vacilaram. Tinha de ter assumido o governo com algumas áreas já definidas. Para que diabos serve o governo de transição?

  8. E tocar a rádio, é bom que fique claro, não é estar no comando. É trabalhar para o bom funcionamento da emissora. Não estou aqui querendo a direção da Cultura FM, que pode ser o que muitos pensam agora. Não se trata disso. E sim de um comando forte, com acesso à cúpula da Secretaria para “brigar” por recursos para a rádio. E tocar a rádio também quer dizer dar espaço para os jornalistas, concursados da Secretaria de Cultura, poderem colocar em prática projetos criados dentro da própria emissora. Hoje a rádio está mais aberta para colaboradores, sem vínculo com a Cultura FM, do que para os servidores próprios dela. Eu acho que os projetos devem ser feitos de dentro pra fora e não o contrário.

  9. Jéssica e Juliana, agradeço as palavras elogiosas a mim e ao trabalho desenvolvido pela equipe da rádio nos últimos anos. Antes de funcionários ou colaboradores da Cultura FM, nós somos ouvintes e amamos aquilo tudo de coração. Isto é fato.

    Assim como vocês, também fiquei triste e preocupado com os últimos acontecimentos, claro! Mas também acredito que se trata de uma situação contingencial, emergencial, que logo se resolverá com a contratação e/ou formação de uma nova equipe.

    Infelizmente o núcleo base da rádio é composto por funcionários comissionados. E sempre que há troca de governo acontecem naturalmente as exonerações. Faz parte do processo. A Cultura FM acaba sendo prejudicada por estruturalmente ter poucos servidores de carreira. Não adianta ter só jornalistas, secretárias, pessoas do quadro administrativo sem locutores, operadores, programadores musicais, já que a rádio é composta pelo binômio “música e informação”.

    Por isso, o concurso público, proposto pelo novo governo, é fundamental – mas precisa contemplar também funções específicas de rádio como as citadas acima. Isto daria mais estabilidade ao quadro de funcionários da emissora e impediria o que está acontecendo agora e em outras transições – no início de 2007, por exemplo, a rádio chegou a ficar dois meses sem qualquer funcionário!

    Enfim, acho que o momento é de apaziguar os ânimos, ter paciência e aguardar o que vai rolar nas próximas semanas.

    Abraços a todo(a)s!

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