Degustando o verbo

Dedo na ferida

É engraçado, mas parece que a gente só funciona no tranco mesmo. Precisa de umas pancadas, de quebrar a cara para poder aprender e fazer as coisas certas. Isso é muito mais evidente naquelas pessoas que não tem a capacidade sublime de assumir suas falhas. E eu, sou dessas…

Uma coisa é saber que não é perfeito e que possui defeitos, outra coisa é você assumí-los e buscar administrá-los em prol de melhorias. Eu falo isso porque vivi recentemente uma situação que deixou clara essa condição humana que existe em minha personalidade.

Eu sabia que a falha estava ali; eu já havia parado para refletir sobre aquilo e suas consequências, mas enquanto uma pessoa não virou para mim e disse com todas as letras que eu possuia aquele defeito, eu não busquei melhorar. Apesar de conhecer a atitude imprudente, eu não a reconhecia. No fim das contas,  fingia apenas que não era comigo. Fui levando assim até onde deu e de lá pra cá (lá: não sei quando, cá: hoje) o negócio tomou força e os estragos são grandes.

Alguém tocou o dedo na ferida, doeu, mas isso me fez perceber que ela estava ali. Por isso a dor não é de todo mal, ela pode ser benefica em algum ponto. Pelo menos é para mim que acredito que tudo tem o seu lado bom – por mais desgraçada que seja a situação.

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