Poesias

Covergência dos fatos

O prescrito não se sabe.
Do acaso eu duvido.
A realidade que nos cabe
não é aquela que acredito.

Honrosa vicissitude que no meu peito mora,
desaba na escada da incerteza do agora.
Sábio é aquele que sem medo ou preconceito
vive do desejo e não esquece o que tem no peito.

Porque destino não há.
O amanhã não existe.
Não sabemos se o que virá
cantará alegre ou triste.

Não tenha medo, mas receie
o que for por demais atrevido.
Não espere que o tempo permeie,
desbrave-se por seu objetivo.

Em veredas quase puras
por caminhos ancestrais,
devaneie-se em loucuras
de momentos irreais.

Pois o que há não é conhecidencia,
mas convergência dos fatos.
que remete in – consciência
e após vira retrato.

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